Canal do produtor

CNA

60 anos ao lado do
Produtor Rural Brasileiro

CNA Brasil 60 anos

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, com suas 27
federações estaduais
e mais de 2.000 sindicatos, é a força
e a voz de 2 milhões de produtores rurais que alimentam
o Brasil e impulsionam a economia. Respondem por 22,4%
do PIB
, 37% das exportações e por 1/3 dos empregos.
Um trabalho de 60 anos que fez do Brasil um dos maiores
produtores de alimentos do mundo
e o que mais preserva.

  • 1951

    No dia 27 de setembro de 1951, nasce no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, a Confederação Rural Brasileira. Durante treze anos, a CRB mobiliza e coordena movimentos de produtores rurais em defesa da produção de leite e de carne, e pelo fim do confisco cambial, que prejudicava as exportações de café, cacau, algodão e carne.

  • 1964

    Em fevereiro de 1964, um Decreto reconhece a Confederação Rural Brasileira como entidade sindical de grau superior e ela passa a se chamar Confederação Nacional da Agricultura, a CNA, e a defender os interesses econômicos da agropecuária, em todo o território nacional.

  • 1975

    A CNA transfere definitivamente sua sede para Brasília, nova Capital Federal. Representa o setor em foros internacionais e nos diversos conselhos governamentais.

  • 1987

    A partir da década de 80, a CNA acompanha o processo de redemocratização do país e se reestrutura. Participa da formação da Frente Ampla da Agropecuária Brasileira, em 1987, que uniu os diversos segmentos do setor num grande movimento rural, com atuação decisiva na Assembléia Nacional Constituinte, de 1988. A CNA assume a parte institucional do movimento, que reivindicava os direitos básicos da agropecuária brasileira: a manutenção da propriedade produtiva, política agrícola com geração de renda para o produtor, avanços tecnológicos e de mercado e a exportação de produtos agrícolas.

  • 1990

    Profissionalismo e modernidade marcam a trajetória da CNA a partir da década de 90. A entidade que representa os produtores rurais brasileiros estruturou sua área técnica e passa a gerar dados confiáveis sobre a agropecuária, sugerindo ações de política agrícola e participando das negociações com o Governo. Atua no Congresso Nacional e defende as reivindicações do setor. Lidera quatro grandes manifestações nacionais em Brasília. Leva para a Esplanada dos Ministérios produtores rurais de todas as regiões do País, em 1994, 1995, 1999 e 2005, na busca de soluções para o grave endividamento rural e a falta de uma política de renda para o campo.

  • 2001

    Ao completar 50 anos, em novembro de 2001, a Confederação Nacional da Agricultura passa a se chamar Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, mas mantém a mesma sigla – CNA, que facilita a identificação do país de origem nos eventos internacionais e dá nova ênfase à representação da pecuária brasileira, que na época já era responsável por metade do PIB da agropecuária.

  • 2008

    Num cenário de reafirmação do potencial agrícola brasileiro e de novos desafios de um setor em expansão, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil ganha, em 2008, sua primeira presidente mulher – a senadora Kátia Abreu, que assume decidida a mostrar ao Brasil a força do setor agropecuário e a vencer os preconceitos que ainda existem em relação aos produtores e a atividade rural do País. Defende a necessária segurança jurídica no campo, uma política agrícola que garanta renda ao produtor, a imprescindível defesa sanitária vegetal e animal, investimentos em logística e infraestrutura para o escoamento da produção e a modernização da legislação ambiental brasileira.

  • 2009

    A CNA investe em sustentabilidade. Leva para a Conferência do Clima em Copenhagen, a COP 15, proposta de desmatamento zero. Fala em nome dos produtores rurais brasileiros que Brasil tem potencial para multiplicar produção de alimentos e a ajudar a reduzir a fome no mundo sem derrubar mais nenhuma árvore. Repete o discurso na COP 16, em 2010, em Cancun, e divulga o Projeto Biomas, parceria da CNA com a Embrapa, que busca soluções científicas para a produção sustentável de alimentos, a partir da reintrodução da árvore nas propriedades rurais do Brasil.

  • 2010

    Em abril, a CNA organiza nova manifestação na Esplanada dos Ministérios. O produtor rural brasileiro veste branco para pedir paz no campo. No final do ano, lideranças da entidade participam da COP 16, em Cancun. A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu reafirma que os produtores querem, e podem, aumentar a produção de alimentos para ajudar a reduzir a fome no mundo, com desmatamento zero. E divulga o Projeto Biomas, parceria da CNA com a Embrapa, que busca soluções científicas para a produção sustentável de alimentos, a partir da reintrodução da árvore nas propriedades rurais do Brasil.

  • 2011

    A CNA é a voz e a força do produtor rural no Congresso Nacional. Lidera a maior mobilização de produtores rurais já vista em Brasília. 25 mil brasileiros reunidos na Esplanada dos Ministérios pedem um novo Código Florestal para o País, que regularize a atividade rural e permita a manutenção da produção de alimentos com a preservação do meio ambiente. A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu garante ao Brasil que o produtor rural quer manter a atual área de produção – 27% do território nacional, e continuar preservando 61% de florestas nativas.

O que fazemos pelo Brasil

 
  • 70% de toda a produção abastece o mercado interno.
  • 30% vão para outros países.
  • Em 2010 exportou-se US$ 69 bilhões.
  • O Brasil produz 11 milhões de toneladas de arroz e 4 milhões de toneladas de feijão.
  • A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 161,5 milhões de toneladas em 2011.
  • A área a ser colhida é de 49 milhões milhões de hectares.
Fonte: CNA, IBGE e MAPA

O que a CNA faz
pelo produtor rural

  • Árvore

    Modernização do Código Florestal

    A CNA mobiliza os produtores rurais e trabalha no Congresso Nacional para atualizar o Código Florestal, que é de 1965. Fundamental para regularizar mais de 90% das propriedades rurais, reduzindo a insegurança jurídica no campo e adequando a legislação ambiental brasileira à realidade do País. Em abril deste ano de 2011, reuniu 25 mil produtores rurais, em Brasília, para defender a aprovação do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP), na Câmara dos Deputados. O texto foi aprovado em 24 de maio e, agora, a CNA continua firme ao lado dos produtores brasileiros em busca da aprovação no Senado Federal.
    Acesse o hotsite do Código Florestal e conheça nossa cartilha: Por que precisamos de um novo Código Florestal?

  • Homem no microfone fazendo um discurso.

    Revisão da Política Agrícola

    Uma política para o produtor rural e não para a produção. É para garantir maior estabilidade de renda e menos risco para os agricultores e pecuaristas que CNA trabalha na revisão da política agrícola brasileira. Desde 2008, a CNA debate e negocia com o Governo o projeto que cria o Cadastro Único do Produtor Rural, que vai facilitar a contratação de crédito, o seguro rural e a sustentação de preços.

  • Passeata com um cartaz 'Paz no campo'

    Segurança Jurídica

    Em 2010, a CNA liderou o Movimento Paz no Campo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e protocolou documento ao Ministério da Justiça solicitando a criação de um Plano Nacional de Combate às Invasões de Terras. Criou o Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo para monitorar as invasões de terras em todo o País. Requereu à Advocacia Geral da União (AGU) o reconhecimento das orientações do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, no Estado de Roraima, que estabeleceu conceitos inequívocos sobre Terra Indígena. Também solicitou que os mesmos parâmetros sejam adotados para as demais demarcações.

  • Paisagem com bastante verde, vista de cima

    Assuntos Fundiários

    A CNA solicitou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) a prorrogação do prazo de exigência do georreferenciamento para propriedades rurais com menos de 500 hectares, definida pelo Decreto 5.570/2005.

  • Vaca

    Defesa Agropecuária

    A CNA firmou acordo de cooperação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para implementação do projeto da Plataforma de Gestão Agropecuária, que integra a emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) e o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV). Um piloto do projeto foi desenvolvido no Estado de Alagoas e, atualmente, estão sendo transferidas as bases de dados dos Estados para esta plataforma. Com este projeto, vamos dar transparência e desburocratizar o processo de certificação dos nossos produtos, que vão ganhar mais credibilidade no mercado externo.

  • Projeto Biomas

    O Projeto Biomas é uma parceria da CNA com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que busca soluções científicas para a produção sustentável de alimentos, a partir da reintrodução da árvore nas propriedades rurais do Brasil. A Pesquisa, que envolve 200 pesquisadores, será desenvolvida em áreas selecionadas nos seis biomas brasileiros. Cada área funcionará como uma vitrine tecnológica, que vai apresentar novas possibilidades de produção, onde a árvore será o elemento de preservação e geração de renda. O Projeto Biomas conta com o apoio da Monsanto, SEBRAE e John Deere.

     
  • Governança para a Agropecuária de Baixo Carbono

    A CNA organiza e desenvolve ações para incentivar os produtores rurais a utilizar
    tecnologias de baixo carbono, contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito
    estufa. Busca transformar em vantagem competitiva as oportunidades existentes no atual
    cenário de mudanças climáticas. Complementa o Projeto Biomas.